A UNIAO DE COMPANHEIROS QUE FAZEM A FORCA

ESTADO DO PARA ENTRA NA LUTA PARA AJUDAR O BRASIL NUMA REVOLUCAO

JUNTOS TODOS NOS UNIDOS COM O PRESIDENTE DANIEL E SEUS ALIADOS ,,NO TRUST REVOLUTION

  • A atualidade da Revolução Brasileira

  • Dissipando ilusões

  • Aprofundamento da dependência

  • O fim do pacto e a dinâmica da crise

  • A que herança renunciamos?

  • Os desafios da esquerda e nossa opção,,

A sociedade brasileira vive uma verdadeira guerra de classes. Guerra declarada pela classe dominante, que bombardeia diariamente o povo brasileiro sem encontrar grande resistência. Reféns do projeto conciliatório e desarmados ideologicamente, os setores populares encontram-se em completa desorientação e são incapazes de reagir e apontar qualquer saída ao povo brasileiro. O contra-ataque só se mostra possível mediante um acerto de contas com o passado.”Foi com esta frase que iniciamos o Manifesto pela Revolução Brasileira, documento lançado publicamente em 15 de abril de 2017. No texto apontávamos para o elemento central da conjuntura política brasileira: a crise terminal do sistema petucano. Petistas e tucanos haviam administrado durante longos anos o pacto de classes da sociedade brasileira criado no Plano Real. Produziram a manutenção do subdesenvolvimento e da dependência, com resultados visíveis no empobrecimento da população e na destruição dos serviços públicos.A crise capitalista, o ajuste fiscal promovido pela presidente Dilma e o seu decorrente impeachment, abriram a possibilidade para o radicalismo político que necessariamente emana de momentos como o atual. Neste contexto lançamos o texto manifesto que marcou a entrada de um grupo de militantes marxistas ,,,A proposta desde o início foi refundar um radicalismo político de esquerda há muito soterrado. A ditadura militar e, posteriormente, a hegemonia do liberalismo que se articulou em torno do petismo e de amplos setores dos movimentos populares brasileiros tratou de barrar a perspectiva revolucionária que era fortemente presente no Brasil antes de 1964.

A vitória do ultraliberal protofascista Bolsonaro abre uma nova etapa da luta política no Brasil. Ao contrário do fascismo clássico, teremos sim a continuidade do cenário de guerra de classes que já anunciamos há bastante tempo. Bolsonaro foi a expressão da crise terminal do sistema petucano. Como essa crise não encontrou uma tradução no radicalismo de esquerda, foi o radicalismo de direita que se consolidou como alternativa para amplas massas da população que efetivamente cansaram do sistema.

Continuaremos a afirmar a necessidade de um novo radicalismo político de esquerda no Brasil. Somente assim poderemos fazer frente aos tempos que já estão em curso no nosso país e no mundo. São tempos de profundas mudanças, onde a crise do capitalismo (econômica, social, política, moral e ambiental) recoloca o debate político naquilo que é central: “Socialismo ou Barbárie”. Por isso mesmo afirmamos a necessidade de organizar nossa militância política em torno da Revolução Brasileira. Não apenas como ideia, mas também como força material dentro do movimento dos trabalhadores, do movimento estudantil

Convidamos os militantes interessados em conhecer a Revolução Brasileira que entrem em contato conosco. Assim somaremos esforços nesse grande movimento militante e radical, contra os exploradores e na busca do socialismo.

Dissipando ilusões

   Os últimos 13 anos representaram enorme retrocesso político e organizativo para a maioria da população brasileira. O povo, orientado por suas necessidades imediatas, embarcou na narrativa oficial de que os ganhos reais no salário mínimo, a expansão do ensino superior (predominantemente privado), as modestas taxas de crescimento do PIB e uma pretensa respeitabilidade internacional teriam caráter permanente. Subitamente o Brasil se transformara num “país de classe média”. Uma combinação ideológica que inflou a autoestima do Brasil e dos brasileiros permitindo a “paz social” que tanto encanta os capitalistas no país.

 

Os dados são tão impressionantes quanto ilusórios. O estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República definiu como “nova classe média”, os indivíduos com renda per capita entre R$ 291,00 e R$ 1.019,00. Portanto, não é demais dizer que nem mesmo Lula, Dilma ou seus lacaios burocratas que formularam o novo conceito gostariam de pertencer à nova classe média brasileira. Além do mais, não existe a menor possibilidade de uma nação se sustentar como país de classe média com consumo de massas quando os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que 80% da População Economicamente Ativa do país ganha até 3 Salários Mínimos, o que totaliza pouco mais de R$ 2.800,00, enquanto o salário mínimo necessário, calculado pelo DIEESE, deveria ser de aproximadamente R$ 4.000,00. Enfim, onde comanda a superexploração é impossível qualquer vestígio de cidadania!

 

Para além dos méritos de um governo com o mínimo de sensibilidade social, o efeito passageiro da elevação da renda da terra vivida até 2013 foi resultado de um momento excepcional do comércio internacional. Como é típico de países que não viveram processos revolucionários, a expansão econômica não alterou a relação entre economia, Estado e classes sociais. Na verdade, ocorreu o contrário: do ponto de vista político, os cargos estratégicos que Lula e Dilma concederam a personagens como Edison Lobão, Eunício Oliveira, Geddel Vieira Lima, Romero Jucá, Eliseu Padilha, Gilberto Kassab, Helder Barbalho, Kátia Abreu, Moreira Franco, José Sarney e Renan Calheiros só contribuíram para o reforço às velhas oligarquias regionais e ao caciquismo partidário; do ponto de vista econômico, a expansão baseada na renda da terra, comandada pela grande propriedade agroexportadora e o extrativismo mineral fez com que a área ocupada pelo latifúndio no Brasil quase dobrasse, avançando de 128 para 244 milhões de hectares durante os governos petistas; do ponto de vista social, a participação dos 5% mais ricos no total da renda nacional sob a condução do Partido dos Trabalhadores avançou de 40 para 47% , ou seja, a atenção às camadas populares só avançou na medida em que não foi preciso tocar num milímetro do prestígio social, na propriedade e no poder dos ricos do país.

Isto aconteceu porque, durante os últimos 20 anos, o liberalismo brasileiro de esquerda e de direita aceitou, sem contestações, a tese de que o sistema político é regido pelo malfadado “presidencialismo de coalizão”. Em linhas gerais, os partidos da ordem conformaram-se com a ideia de que a política brasileira é inviável sem um amplo acordo com base no congresso nacional, pois a sociedade brasileira seria por demais “complexa” e “diversa”. A “tese” possui clara função ideológica: é a melhor alternativa disponível para sabotar o presidencialismo como regime político e justificar o pacto entre as classes dominantes.
A Revolução Brasileira deve recuperar a força do presidencialismo real, sem coalizão. Não há que alimentar ilusões no parlamento e nas alianças que somente se justificam se realizadas com o povo. Um presidencialismo em que o poder da liderança convoque as massas e de fato altere a correlação de forças em favor das maiorias.

Aprofundamento da dependência

   Do ponto de vista econômico, os últimos anos significaram uma brutal regressão do Brasil na divisão internacional do trabalho. O período devolveu o país ao fim da dé­cada de 70 em termos de perfil do comér­cio exterior, pois voltamos a exportar mais bens primários do que manufaturados. A participação da indústria no PIB caiu para o mesmo patamar da década de 40, perí­odo do início da industrialização brasileira, inferior a 10% . A burguesia industrial se desnacionalizou e se converteu em mera burguesia comercial parasitária: compra, monta e revende produtos importados. Por conta disso, as contas nacionais sangram, pois são drenados para o estrangeiro mais de 45 bilhões de dólares todos os anos em fretes internacionais, remessas de lucros para a sede das multinacionais, pagamen­tos de propriedade intelectual e aluguel de equipamentos não-nacionais.

Os investimentos no latifúndio foram tur­binados, enquanto se manteve estagnada a agricultura familiar. Quando a crise ca­pitalista reduziu a rentabilidade do capital agrário, em 2012, prontamente se conse­guiu a revisão do Código Florestal, fazendo com que a expansão da fronteira agrícola pudesse compensar em volume produzido a queda nos preços internacionais. Só em 2015, já com as contas estranguladas pela crise fi­nanceira do Estado, foram destinados nada menos que 43 bilhões de reais em subven­ções para o latifúndio. Não por outra razão, mesmo “contrariando seu partido”, mas em completa comunhão com sua classe de ori­gem – o latifúndio – a senadora Kátia Abreu foi tão fervorosa na defesa de Dilma duran­te o processo de impedimento. Assim, os la­tifundiários tinham o governo Lula/Dilma e contavam também, comodamente, com o fu­turo governo Temer.

O capital financeiro elevou as taxas de juros a patamares estratosféricos, fazendo a festa das altas finanças que especula com os títu­los da dívida pública. Acumulam riqueza com a permanente renegociação da dívida com remuneração excepcional e assim se deleitam com a maior fonte de acumulação de capital da burguesia doméstica. Nos últimos anos, os valores pagos à rapinagem financeira foram pelo menos dez vezes maiores do que o or­çamento da saúde no Brasil. A força do ren­tismo explica o fato de o país manter a maior taxa de juros do mundo desde 1994, início do Plano Real.

O fim do pacto e a dinâmica da crise

   Em 2013, as manifestações populares escan­cararam a crise do sistema político brasileiro, com generalizado repúdio aos partidos polí­ticos de qualquer agremiação. Aquela surpre­endente manifestação de rebeldia represen­tou oportunidade para juntar o apelo popular a reformas estruturantes que destravassem o desenvolvimento econômico do país. No en­tanto, Dilma optou por lançar um pacto, jun­to a governadores e prefeitos das principais capitais do país, assentado sobre 5 pontos: a manutenção do compromisso com a política de corte de gastos, reforma política, saúde, educação e transporte. Com o primeiro – a “responsabilidade fiscal” – a presidente ratifi­cou que se manteria fiel aos pilares do projeto econômico da classe dominante, aniquilando qualquer chance de êxito dos outros quatro.

 

A manutenção do rentismo exige compro­misso com a austeridade fiscal que deita raí­zes sobre a Lei Complementar n. 101, chama­da de “lei de responsabilidade fiscal”. Desde 2000, a lei estrangulou as contas dos esta­dos e municípios e a população acompanhou um acelerado processo de sucateamento da prestação de serviços de saúde, educação, transporte e segurança cujo objetivo é a pri­vatização das empresas estatais do setor de serviços que ainda restaram aos estados, exemplo do Barisul no Rio Grande do Sul ou Cedae no Rio de Janeiro.

 

Em resumo, o PSDB criou o Plano Real e o PT assumiu o poder introduzindo na lógica de acumulação de capital na periferia o aten­dimento da questão social. Mas o respeito à austeridade fiscal permite apenas migalhas para o atendimento das demandas sociais, fato que pode ser observado quando o prin­cipal programa social do governo -o Bolsa Fa­mília – consome meros 0,47% do PIB, enquan­to o custo da dívida leva quase 9% da renda nacional anualmente para os banqueiros. Foi neste contexto que o petismo representou tão somente uma perversa modalidade de “digestão moral da pobreza” na qual os tra­balhadores permaneceram submetidos à su­perexploração da força de trabalho – garantia de super-lucros à todas as frações do capital – mas foram compensados com programas sociais, que eternizam os pobres como mera força de trabalho à inteira disposição da re­produção ampliada do capital.

 

No terreno da consciência ingênua, cuja me­lhor expressão é o comportamento e discurso do eleitorado petista, criou-se a esperança de que, renovada a confiança eleitoral em 2014, Dilma finalmente daria uma “virada à esquer­da” no segundo mandato. Aquela virada que a consciência ingênua esperava desde o go­verno Lula, mas que o líder do partido nunca quis fazer, pois não estava disposto a arriscar seu prestígio junto à classe dominante para cumprir uma função esperada historicamen­te pela militância. Como um portador crônico de dislexia, sempre que desejava uma guina­da à esquerda, o petismo rumava mais e mais à direita.

 

Como já era de se esperar, os cortes só fize­ram crescer a crise brasileira. Com a notícia de que o Produto Interno Bruto havia caído 3,8% em 2015, a burguesia brasileira aper­tou o gatilho e bradou: “vamos ao golpe”! Agravidade da crise econômica não era mais compatível com o ritmo lento do PT em fa­zer as reformas necessárias em favor da acu­mulação de capital. Dilma e o PT deixam o governo não por suas virtudes na execução das “políticas de inclusão social”, mas preci­samente pelo esgotamento de sua capacida­de de condução do projeto burguês do país, pautado na modalidade de aliança de classes com subalternização dos trabalhadores e au­sência de protagonismo popular.

A que herança renunciamos?

   A Revolução Brasileira renuncia à herança que abandonou a luta contra a dependência e o subdesenvolvimento. É preciso ter cons­ciência de que a busca pela efetiva soberania nacional jamais poderá ocorrer sob a ordem burguesa, a despeito das virtudes de um e outro governo. Os dois mandatos de Lula e, depois, a eleição de Dilma nos deixam a lição de que governos de composição de classe orientados pela governabilidade e sem pers­pectiva de ruptura com a ordem burguesa servem exclusivamente para acomodar os in­teresses das classes dominantes com renova­da e finita legitimidade. É preciso recuperar, portanto, a perspectiva da longa duração e das lutas nacionalistas e revolucionárias.

 

O pacto de classes promovido pelos gover­nos do PT teve largo efeito sobre as direções do movimento sindical e social. Abandonou­-se o horizonte transformador radical, a luta pelo socialismo que embalou a origem da CUT e do MST. Adotou-se a regressão políti­ca dos diálogos sociais, as mesas tripartites, as negociações coletivas sem conflito, enfim, a restrição da luta política da classe traba­lhadora aos ditames restritos dos gabinetes, promovendo uma ruptura sem preceden­tes entre a classe e as burocracias sindicais. Aqueles sindicatos que surgiram combativos, frutos da classe trabalhadora em luta, foram pouco a pouco cedendo a radicalidade para a política de “defesa da governabilidade”. Abandonaram a formação política e bloque­aram internamente o marxismo, por determi­nação das cúpulas dirigentes, muito antes da eleição de Lula em 2002. Abraçaram a forma­ção tecnicista dos seus quadros, rebaixando a vanguarda dirigente da classe trabalhadora a mera burocracia da estrutura sindical. Era uma clara estratégia de desarmar a classe trabalhadora para poder conduzir com maes­tria o pacto de classes a favor da burguesia.

Após a eleição de Lula, rebaixaram sistemati­camente o horizonte da política sindical. A ati­vidade política dos sindicatos e movimentos sociais, que precisa ter um caráter eminente­mente emancipatório, rompendo com a alie­nação do cotidiano capitalista, foi silenciosa­mente transformada em defesa das políticas públicas do governo. Ou seja, a tão almejada autonomia sindical, um dos fundamentos da origem da CUT, foi substituída pelo sindicalis­mo de Estado, pelo sindicalismo de resulta­dos e por algo extremamente deletério para a classe: o sindicalismo empresarial atrelado ao rentismo, onde dirigentes sindicais passa­ram a ser gestores de poderosos fundos de pensão, trazendo uma nova razão de funcio­namento para os sindicatos, totalmente con­traditória às lutas dos trabalhadores.

Os sindicatos ficaram cativos de suas pró­prias ilusões. A Revolução Brasileira faz um chamado aos dirigentes sindicais e sociais ainda combativos, para que possamos jun­tos restituir o papel do militante combativo e transformador, liderança perante as bases, refundando um movimento sindical e social poderoso, que possa ser um alicerce do avan­ço e resistência na atual guerra de classes.

Renunciamos à herança dos que não fizeram a real batalha da comunicação. Os governos petistas não só não encamparam a luta contra os monopólios midiáticos como endossaram a cobertura da imprensa dominante. Quando se viram desassistidos e na iminência da per­da do poder, “descobriram” que os grandes grupos de comunicação tinham descartado a alternativa petista. Temos profunda clare­za de que a cobertura midiática dominante não guarda qualquer relação com as deman­das populares, senão com a representação de seus próprios interesses. Possui uma agenda política definida e, como classe dominan­te que é, apresenta soluções profundamen­te anti-povo. Cientes de que a corrupção é a regra do sistema político, mídia e sistema financeiro fabricam uma opinião pública dócil e compreensiva. No entanto, a narrativa fan­tasiosa já não produz o mesmo efeito.

Também julgamos fundamental renunciar à herança que reduz o pensamento de esquer­da à busca pela justiça social. Governos as­sentados sobre as políticas públicas como forma de correção das injustiças e desigual­dades produzidas pelo capitalismo cometem o erro histórico de considerar a população como objeto, e não como sujeito da políti­ca. Sem o devido caráter emancipatório que deve acompanhá-la, a busca pela justiça so­cial, como tal, só alcançou horizontes limita­dos nos países avançados e bastou a crise capitalista de 2008 para varrer as garantias e acentuar a luta também no centro do sistema. Na periferia capitalista, é preciso mais do que nunca perceber que tais elementos de justiça social são absolutamente impraticáveis. Não há conciliação possível entre os detentores dos meios de produção e os trabalhadores. O governo atuou, por algum tempo, conce­dendo benefícios às elites no atacado e con­cessões ao povo no varejo. Logo veio a crise capitalista e deixou cristalina a natureza do sistema: os interesses de patrões e empre­gados são divergentes e inconciliáveis. Atue­mos, portanto, em consequência: é chegada a hora da Revolução Brasileira.

Os desafios da esquerda e nossa opção

   A natureza da crise atual impõe exigências que há muitas décadas não se apresentavam para os trabalhadores e a esquerda brasilei­ra. Não sofremos a maior crise da história do país como indica a direita; a Revolução de 30 e a deposição do governo nacional reformis­ta de João Goulart com a ditadura de 1964 foram resultados de crises muito mais pro­fundas e amplas. A primeira abriu as portas para o desenvolvimento do capitalismo e as instituições decisivas para o país. A segunda, interrompeu a mais profunda experiência re­formista de nossa história e exibiu os limites do reformismo político. No entanto, a dife­rença especifica da crise atual reside no fato de que se trata de uma crise financeira do estado e não mero resultado da crise fiscal como pretendem ideologicamente os liberais (de direita e esquerda). Em resumo, afirma­mos que entrou em crise o sistema político que sustentou a dominação burguesa até o momento, ou seja, o sistema petucano. É uma crise em que os pactos e a política de aliança possuem espaço reduzido para ga­nhar milhões de trabalhadores e as classes médias empobrecidas. A desnacionalização e redução da indústria, o caráter rentista do desenvolvimento capitalista, a ampliação da renda da terra, o assalto ao estado com mão cheia por meio da dívida pública e do endivi­damento externo implicou na declaração de guerra contra os trabalhadores por parte da classe dominante. Toda e qualquer tentativa de “mediação” somente favorecerá a classe dominante e implicará necessariamente em perdas materiais e do grau de consciência para a classe trabalhadora. Neste contexto, a esquerda brasileira está chamada à renovação radical da práxis política e de seu programa.

Neste contexto, tem méritos indiscu­tíveis, pois é partido que permite e, no limite, exige o exercício da crítica, além de espaço de experimentação de uma nova práxis que necessitamos produzir. No entanto, não se trata apenas de reconhecer o PSOL como uma frente política, mas de lutar no seu in­terior para a afirmação plena do socialismo como horizonte de nossas lutas e compro­misso permanente da militância. Assim, ob­servamos que o PSOL poderá ser valioso ins­trumento para a consolidação do Programa da Revolução Brasileira e somaremos esfor­ços com milhares de outros militantes que já trabalham arduamente nesta direção e com este propósito.

Nos países centrais esta linha representou a incorporação dos partidos socialistas à ló­gica da social-democracia europeia e, nos países periféricos, sob condições de depen­dência e subdesenvolvimento, não passa de farsa cínica. Um auxiliar da dominação bur­guesa cujas consequências observamos ago­ra sob os escombros do fracasso histórico da política petista. É preciso entender que não devemos aceitar a correlação de for­ças supostamente adversa como justifica­tiva para perpetuar formas de organização superadas historicamente.

É tempo da Revolução Brasileira. É tempo de novo radicalismo político, que já se manifesta de maneira plena na greve dos garis do Rio de Janeiro, nos metroviários em São Paulo, nos municipários de Florianópolis, nas ocupa­ções das escolas em vários estados do país. É tempo de nova práxis marcada pela discipli­na e exemplo dos militantes nos sindicatos, nas organizações estudantis, nas ocupações, nas associações de bairros, etc. O Programa da Revolução Brasileira exige um novo perfil de militância e renovado respeito pelo caráter de massas de entidades dos trabalhadores. A partidarização de sindicatos deve ceder es­paço para a consciência crítica para além dos partidos atuais, inclusive do próprio

Decidimos assumir  para implementar um debate necessário entre a tradição nacio­nalista tão vilipendiada pela direita em nosso país e o marxismo, tão diminuído nas filas da esquerda e no seio das classes subalternas. Decidimos assumir para não permitir a morte da cultura nacional diante da ofen­siva da indústria cultural metropolitana, es­pecialmente estadunidense. Reivindicamos o caráter revolucionário que o nacionalismo pode assumir na periferia capitalista como parte indissolúvel da luta socialista, tal como demonstram as revoluções vitoriosas na his­tória mundial.

Convocamos a todos para se somarem às fileiras de combate da Revolução Brasileira.

PRESIDENTE DA ASSOCIACAO  DE PEQUENOS TRABALHADORES . RURAL  REGIONAL  DO SUL DO PARA TRABALHAM JUNTOS COM GARRA E  COM FORCA EM UM ESTADO ONDE RURALISTA E LATIFUNDIARIOS COMANDAM O ESTADO DO PARA ,,,A VONTADE E IMENSA DE AJUDAR O BRASIL SAIR DESSE GOVERNO PROTOFASCISTA ONDE O POVO E QUE PAGA ,,,,NOS DO TRUST E INTERNATIONALPOSTRESEARCH ESTAMOS JUNTOS COM NOSSO COMPANHEIROS PARA PODER A JUDARMOS OS MAIS POBRES A TERAM UMA VIDA DIGNA E CONSEGUIREM SAIREM  DESSA DEPENDENCIA AMERICANA ,,,

É o município mais populoso do Pará e o segundo da região Norte com uma população de 1 485 732 habitantes, segundo estimativa do IBGE em 2018, e o 12º município mais populoso do Brasil ,,,O relevo do Pará apresenta planície amazônica a norte, depressões e pequenos planaltos. … O Pará altera regiões de planícies alagáveis como a ilha de Marajó, com a floresta Amazônica, na porção oeste, e campos de pastagens em regiões desmatadas na porção leste. O clima é equatorial, a temperatura média anual é de 27°C .  A economia do Pará baseia-se no extrativismo mineral (ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal (madeira), na agricultura, na pecuária, na indústria e no turismo. … O Pará é o maior produtor de pimenta do reino do Brasil e está entre os primeiros na produção de coco da Bahia e banana,,O PIB per capita estadual foi de R$ 16.010 em 2015, 3,75% superior aos R$ 15.431 de 2014, ocupando a 22ª posição, uma abaixo da do ano anterior. A relação entre o PIB per capita do Pará e o PIB per capita da região Norte (R$ 18.359) foi de 0,87 e entre o PIB per capita do Brasil (R$ 29.326), foi de 0,55A História do Pará O povoamento do Pará começa com a entrada de holandeses e ingleses, mas consolidado com os portugueses. O início da formação do Estado se dá em 1616, com a fundação do Forte do Presépio, primeiro marco de construção da cidade de Belém, na época Santa Maria de Belém do Grão-Pará.

As 10 cidades mais ricas do Pará
  • 1ª) Canaã dos Carajás. PIB/capita: R$ 107.164. …
  • 2ª) Parauapebas. PIB/capita: R$ 100.598. …
  • 3ª) Barcarena. PIB/capita: R$ 32.902. …
  • 4ª) Tucuruí PIB/capita: R$ 27.045. …
  • 5ª) Ourilândia do Norte. PIB/capita: R$ 21.775. …
  • 6ª) Floresta do Araguaia. PIB/capita: R$ 21.186. …
  • 7ª) Marabá PIB/capita: R$ 18.159. …
  • 8ª) Oriximiná PIB/capita: R$ 18.073.
..A origem do nome Pará vem do termo Pa’ra, que significa rio-mar na língua indígena tupi-guarani ? …que o Pará teve um elevado número de imigrantes portugueses, espanhóis, italianos e japoneses.hoje o estado do para cresce e tem pessoas realmente comprometida com a sociedade e somos gratos por poder ajudarmos e trabalharmos juntos de um grande PRESIDENTE . DANIEL DO COMITE DO TRUST REVOLUTION UM PROJETO MUNDIAL QUE  VISA AJUDAR A POPULACAO  A ENTEDER A CONCIENCIA POLITICA DA NECESSIDADE DE QUEBRARMOS ESSA APATIA DO GOVERNO E AJUDARMOS O POVO A ENTENDER A NECESSIDADE DA REVOLUCAO DO BRASIL ,,, QUE TEM UM COMPROMISSO COM O ESTADO SOBERANO E A SOCIEDADE ,,,
HENRY
IPR





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